Carregando cotações...

Publish here / Publique aqui / Fazendo meu merchandising

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Mar de recuperações judiciais do Brasil.



O Ibovespa encerrou a segunda-feira em mais um dia de baixa, o décimo seguido, aos 166.783 pontos. 

A pressão veio principalmente dos bancos, abalados pelo pedido de recuperação judicial da Casas Bahia, que arrasta R$ 17,3 bilhões em dívidas. 

O movimento reforça um cenário preocupante: o Brasil vive uma onda de empresas tradicionais pedindo proteção na Justiça para renegociar passivos bilionários.

Só nos últimos meses, a lista cresceu rápido. 

A Marabraz busca reorganizar R$ 140 milhões. 

AMERICANAS R$ 42 bilhões a R$ 43 bilhões.

A Tok&Stok (Grupo Toky) enfrenta mais de R$ 1,1 bilhão. 

O Pão de Açúcar (GPA) renegociou cerca de R$ 4,6 bilhões em recuperação extrajudicial. 

A Brinquedos Estrela pediu proteção para R$ 109 milhões. 

A Polishop carrega R$ 395 milhões. 

A Bombril tenta equacionar R$ 332,8 milhões. 

A Casa do Pão de Queijo soma R$ 57,5 milhões. 

A Oncoclínicas negocia R$ 5,1 bilhões. 

A Coteminas tem cerca de R$ 2 bilhões. 

A Agrogalaxy reestrutura aproximadamente R$ 4,6 bilhões. 

O Grupo Petrópolis, dono da Itaipava, envolveu R$ 5,6 bilhões. 

O Habib’s busca alívio para R$ 312,4 milhões.

A Braskem discute dívida de US$ 9,5 bilhões e a Raízen homologou plano de R$ 61,4 bilhões.

Juros altos, crédito apertado e consumo fraco viraram o combustível dessa avalanche.

 Enquanto a bolsa sofre com o nervosismo dos bancos, o país assiste a um verdadeiro mar de recuperações, com empresas de setores variados tentando sobreviver.


Postagem em destaque

Reciprocidade à vista entre Brasil e os Estados Unidos?

  Reciprocidade à vista? O governo brasileiro deu o primeiro passo formal para acionar a Lei de Reciprocidade Econômica (Lei nº 15.122/2025...

Em desenvolvimento /coluna 1

Em desenvolvimento /coluna 2

Em desenvolvimento / coluna 3

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Em desenvolvimento / coluna 4