D, anfetamina, metanfetamina, morfina e até canabinoides sintéticos. O resultado mostra só a presença da droga, sem medir a quantidade. Para aplicar a multa, o agente ainda precisa registrar sinais claros de que a pessoa está com a capacidade de dirigir alterada. A medida não inventa infração nova: o Código de Trânsito já proibia dirigir sob efeito de qualquer substância psicoativa. O que muda é a praticidade da fiscalização nas blitz. Antes, o teste de drogas era mais complicado e demorado. Agora, com aparelhos certificados pelo Inmetro, a checagem fica rápida e pode ser feita na hora. Em São Paulo, onde as operações da Lei Seca são intensas, a novidade deve reforçar o combate a acidentes causados por quem mistura direção e entorpecentes. Os órgãos de trânsito têm prazo para se adaptar, e o uso dos novos dispositivos começa só depois da certificação completa. A mensagem é clara: bebeu ou usou droga, não dirija. A segurança nas ruas ganha mais uma ferramenta para proteger todo mundo. #Justiça #Leis #SãoPaulo
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