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quarta-feira, 19 de agosto de 2026

A corrida presidencial de 2026 saiu oficialmente do papel neste fim de semana.

A corrida presidencial de 2026 saiu oficialmente do papel neste fim de semana. Lula deu o pontapé inicial da campanha em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, território historicamente simbólico para ele. Repetiu o mesmo discurso desgastado e retrógrado de que a estabilidade econômica do país dependeria da sua continuidade. Depois de mais de 20 anos de influência petista no poder (direta ou indireta), os principais problemas estruturais do povo continuam intocados: saneamento básico deficiente, infraestrutura precária na segurança, saúde e educação, e infraestrutura. Tivemos a expansão deliberada de uma massa de dependentes do Estado. Onde cidadãos foram transformados em clientela eleitoral permanente, reféns do voto em troca de benefícios. Ele volta com a eterna cantilena de que suas “políticas sociais” precisam continuar. Na prática, o que todos vemos é o oposto: aumento constante de impostos, expansão da carga tributária, cerceamento da liberdade de expressão e uma retórica vazia de “soberania nacional” que convive pacificamente com o narcotráfico controlando vastas áreas do território brasileiro. Lá a população vive sob medo permanente, insegurança crônica e atos de violência que se assemelham a terrorismo. Enquanto o governo prefere fingir que o problema é “falta de diálogo” ou “desigualdade histórica”. É o clássico manual de quem busca a reeleição vendendo a ilusão de que só ele “segura as pontas”. Narrativa que qualquer pessoa minimamente atenta à política dos últimos 20 anos já reconhece como falsa. Não se pode esquecer que se trata de um projeto político cuja trajetória é marcada por um vasto e recorrente histórico de escândalos de corrupção que atingiram praticamente todas as esferas possíveis: mensalão, petrolão, rombos bilionários em estatais, desvio sistemático de recursos de aposentados do INSS, esquemas de propina no BNDES e o desmonte deliberado da Lava Jato para proteger aliados e reconstruir a impunidade.E o mercado não mente. Enquanto o governo vende a ilusão de “recuperação”, o que se vê na prática é um verdadeiro mar de recuperações judiciais de grandes empresas, de varejo a energia, de aviação a infraestrutura. Gigantes que outrora eram símbolos de solidez agora batem à porta da Justiça para tentar sobreviver. Isso não é coincidência: é o termômetro mais cruel de uma economia que caminha de mal a pior, sufocada por juros altos, insegurança jurídica, carga tributária asfixiante e um ambiente de negócios cada vez mais hostil. O setor produtivo sangra, o desemprego estrutural persiste, os numeros são maquiados e a confiança se evapora, exatamente o oposto do “milagre” que a propaganda oficial tenta vender. - Do outro lado do ringue, o senador Flávio Bolsonaro lançou sua candidatura à Presidência no Rio de Janeiro, já com vice definido, tentando herdar o capital eleitoral do pai e consolidar o espaço da direita bolsonarista no Brasil em outubro de 2026. É a clássica aposta na herança política: o sobrenome como principal ativo, forte e real do bolsonarismo que preocupa visivelmente a esquerda. Flávio chega à disputa carregando não apenas o prestígio, mas também o ódio sistematicamente fomentado pelos veículos de comunicação que recebem volumosos recursos do governo de esquerda. Flávio Bolsonaro carrega um histórico de investigações, mesmo que, juridicamente, as denúncias não tenham prosperado nem chegado a condenações. Casos que, mesmo arquivados ou diluídos no tempo, continuam sendo munição fácil para adversários e um peso real na construção de uma imagem própria. Ao lançar-se com vice já escolhido, tenta projetar solidez e antecipação. Embora os jornalistas de veículos de comunicação tentem repetir que ele não tem um plano de governo, ele já vem montando uma equipe bem sólida e apresenta um plano de governo concreto. Mas a pergunta que paira é mais profunda: consegue Flávio transcender o papel de herdeiro e apresentar um projeto próprio que vá além da defesa da memória do pai? A minha aposta é que sim. E se não for, será duramente cobrado. Estes são os dois únicos candidatos reais que devem chegar ao segundo turno. A 2° pergunta que fica e cai sobre o povo é: vai optar pelo mais do mesmo taxador ou o povo vai buscar uma nova tentativa, na perspectiva de um olhar diferente, apostando no filho como sucessor do capital político? Jornalistas de veículos de comunicação vivem tentando direcionar a opinião pública dizendo que a polarização vai acabar, quando na verdade ela nunca esteve mais viva do que agora. E estas eleições consolidam isso sem a mínima sombra de dúvida. Em quem você vai apostar? #Política #Brasil #Eleições

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