O governo anunciou em 9 de setembro de 2026 um pacote para segurar o preço dos combustíveis após nova alta do petróleo.
O número de R$ 7 bilhões é mensal, não um reforço único. Diesel: não “subiu para R$ 1”. Foi criada uma nova subvenção de R$ 1,00/litro, que se soma à antiga de R$ 1,12/litro até o fim de setembro.
Custo da medida nova: cerca de R$ 5 bilhões por mês. O preço na bomba só cai R$ 1 se as empresas repassarem. Gasolina: o benefício antigo de R$ 0,44/L foi trocado por corte de PIS/Cofins de R$ 0,63/L. Etanol: tributos federais zerados (R$ 0,19/L).
Gasolina + etanol: cerca de R$ 2 bilhões por mês, com prazo curto (10/09 até cerca de 5–9/10).
O momento coicide com a reta das eleições gerais de 4 de outubro, não só eleições estaduais.
O que pode acontecer depois risco fiscal
Gasolina e etanol têm prazo curto (cerca de um mês).
Sem renovação, o alívio tributário some no começo de outubro. O diesel novo pode continuar.
O que pode acontecer depois risco fiscal
Gasolina e etanol têm prazo curto (cerca de um mês).
Sem renovação, o alívio tributário some no começo de outubro. O diesel novo pode continuar.
A MP permite revisão mensal: o valor pode subir, cair ou ser interrompido conforme o Há risco real de o preço voltar a pressionar o bolso se o benefício acabar e o petróleo seguir alto.
Diesel mais caro pesa no frete e pode chegar ao supermercado. Do lado fiscal: a desoneração de R$ 2 bi/mês o governo quer cobrir com receita extra do petróleo (estimativa citada de cerca de R$ 10 bi/mês).
Já os R$ 5 bi do diesel são gasto. Se o pacote se alongar, a conta pública aperta.
E da forma como estamos indo e como este governo, que não se preocupa com as contas, temos uma grande possibilidade de isso se tornar um problema real.

