Depois de quase 18 anos no S&P 100, a Nike deixa o índice das cem maiores empresas dos EUA em 21 de setembro.
A S&P Dow Jones Indices anunciou o rebalanceamento: a marca permanece no S&P 500, mas a queda da ação — cerca de 78% desde o pico de 2021 — encolheu o valor de mercado de mais de US$ 260 bilhões para cerca de US$ 57 bilhões.
O critério oficial é técnico: o índice precisa refletir o tamanho real das companhias.
No debate público, críticos ligam o desgaste a anos de campanhas ideológicas e ao afastamento de parte do público.
Analistas apontam também estratégia de venda direta, China fraca e perda de inovação. No lugar da Nike entram nomes de tecnologia. O recado do mercado é duro: prestígio de marca não substitui desempenho.
Michael Jordan disse certa vez que "republicanos também compram tênis", e parece que a Nike se esqueceu disso.
📰📉👟💼
#Nike #SP100 #MercadoDeAcoes
