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| Debora do Baton |
A defesa da cabeleireira Débora Rodrigues, condenada a 14 anos pelo STF após os atos de 8 de janeiro, recorreu à Comissão Interamericana de Direitos Humanos.
Advogados denunciam atraso de meses na análise de pedidos de progressão de regime e remição de pena.
Pedido inicial data de agosto de 2025; em setembro de 2026 o relator reconheceu apenas dois dias de remição por cursos, enquanto a defesa reivindica 281 dias e aponta que a PGR já admitiu 212.
Atestado oficial indicava junho de 2026 para o semiaberto.
Agora o caso sai das fronteiras nacionais e entra no sistema interamericano, reabrindo o debate sobre celeridade processual e proporcionalidade das penas ligadas ao 8/1.
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